É quase só para dizer que este dia também aconteceu e que todos os relatos soarão a banalidades. Pelo menos, para mim.
Hoje choveu durante 4 horas consecutivamente. Está menos calor, bastante menos que nos dias anteriores.
É oficial: eu também transpiro pelo queixo, como os demais! É a bênção do NIDO, leite em pó para crianças e mulheres em menopausa precoce!
Estou a ouvir um dos discos que o D.S me deixou e isso está a divertir-me imenso. As imagens de muitos momentos (também) bons passam-me caleidoscopicamente, enquanto a noite africana vai mergulhando no coaxar febril das rãs.
Está tudo sossegado. Toda a gente conforme com as inevitabilidades de Béli e com a conflituosa convivência com os mosquitos. Os meus companheiros lêem, talvez para espantar as vozes da memória de casa. Eu escrevo, como, de resto, me compete.
Béli está por um fio com a nossa presença. Voltar será difícil. Todos temos consciência disso. Mas não é impossível. Não é impossível. Não é impossível… Todos queremos acreditar nisso.
Todos temos consciência do trabalho que falta fazer. Todos temos consciência da importância da nossa contribuição. E todos temos…
FOME!!!!!!! e
SEDE!!!!!!!
A água hoje estava castanha e lá tivemos que nos fazer ao último compal de pêssego, que chegou sexta-feira no toca-toca.
Vou só deixar registado o meu desencanto com o trabalho (ou a falta de) com os jovens. De resto, tudo a correr.
Boa noite, Béli!
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