O Bucari acaba de sair desta varanda com lágrimas no rosto. Ofereci-lhe um livro que lhe causou alguns arrepios. Talvez por não ser um livro qualquer, talvez por ter percebido a despedida com mais certeza, ainda. Não sei. Não tenho vontade de escrever as minhas vontades de hoje. Talvez não seja justo escrever sobre as vontades dos outros.
O dia foi muito bom, outra vez. Acho que nunca tive um dia que, verdadeiramente, não fosse bom, neste país.
A evidência da saudade estrangula-me a corrente desenfreada de palavras.
Dormirei, não em busca da tranquilidade, mas na esperança de a não perder.
Boa noite, amigos novos!
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